
E eu que sou essa mulher forte,
Ou que aparento ser.
E eu que sou essa mulher que me amo,
Ou aparento me amar.
E eu que sou uma mulher inaudível
E sem sentimentos.
Ou aparento não ter.
Em seus braços
Torno-me uma menina frágil.
Que necessita de atenção.
E eu que sou uma pessoa estudada,
Com diploma do lado,
Não encontro as palavras certas para expressar
O quanto parte o meu coração
Quando tu somes.
E eu que sou assim tão ardente,
Torno-me amarga e espetando quem me atrapalha.
E eu que sempre fui gentil,
Torno-me perversa atirando contra quem me censura.
E eu que jurei nunca chorar,
Choro em teu colo.
Sedenta de ti.
Jeiliane Coelho.
Ou que aparento ser.
E eu que sou essa mulher que me amo,
Ou aparento me amar.
E eu que sou uma mulher inaudível
E sem sentimentos.
Ou aparento não ter.
Em seus braços
Torno-me uma menina frágil.
Que necessita de atenção.
E eu que sou uma pessoa estudada,
Com diploma do lado,
Não encontro as palavras certas para expressar
O quanto parte o meu coração
Quando tu somes.
E eu que sou assim tão ardente,
Torno-me amarga e espetando quem me atrapalha.
E eu que sempre fui gentil,
Torno-me perversa atirando contra quem me censura.
E eu que jurei nunca chorar,
Choro em teu colo.
Sedenta de ti.
Jeiliane Coelho.
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